Como pode se manifestar
- Dor na face interna do pé ou tornozelo
- Cansaço ao caminhar
- Arco diminuindo progressivamente
- Calcanhar desviado para fora
- Dificuldade para ficar na ponta do pé
- Dor lateral em fases avançadas
Agende sua avaliaçãoPé plano não é um diagnóstico único: idade, flexibilidade, causa e sintomas mudam o tratamento.
A redução do arco pode ser constitucional, surgir na vida adulta ou evoluir com insuficiência de tendões e ligamentos.
No adulto, a deformidade progressiva pode envolver o tendão tibial posterior, ligamentos do arco, calcâneo e articulações. O pé pode permanecer flexível ou tornar-se rígido e artrósico.
O exame avalia marcha, arco, alinhamento do calcanhar, força do tibial posterior, mobilidade e capacidade de ficar na ponta do pé. Radiografias com carga são fundamentais para o planejamento.
Pé plano sem dor e com boa função frequentemente não exige tratamento. Dor progressiva, rigidez e perda de alinhamento merecem avaliação.
Identificar os fatores envolvidos ajuda a definir um tratamento proporcional e reduzir recorrências.
Nenhum exame deve ser interpretado isoladamente. Sintomas, mecanismo, exame físico e imagem precisam contar a mesma história.
Conheça a trajetória profissional →Buscar um médico com atuação dedicada em Pé e Tornozelo não deve significar receber uma indicação cirúrgica automática. O diferencial está em reconhecer o padrão da lesão, identificar instabilidade ou deformidades associadas, comparar alternativas e escolher o momento e a técnica proporcionais ao caso.
Distinguir alterações da imagem que realmente explicam os sintomas.
Avaliar alinhamento, estabilidade, marcha e estruturas associadas.
Comparar benefício esperado, riscos, tratamento conservador e impacto funcional.
Selecionar abordagem aberta, percutânea, artroscópica ou reconstrutiva conforme a anatomia.
A escolha depende do diagnóstico, gravidade, tempo de evolução, tratamentos anteriores, rotina e objetivos do paciente.
As possibilidades listadas não são um protocolo fixo. Uma mesma condição pode exigir técnicas diferentes — ou nenhuma cirurgia — conforme estabilidade, desvio, cartilagem, alinhamento, qualidade óssea, partes moles e objetivos funcionais.
Pode ser considerada diante de dor e limitação persistentes, progressão do colapso ou rigidez que não respondem ao tratamento conservador. Frequentemente combina procedimentos para corrigir ossos, tendões e ligamentos.
A lesão é estável ou sem desvio relevante, o alinhamento está preservado, não existe progressão ameaçadora e há possibilidade segura de reabilitação e acompanhamento.
Há instabilidade, desvio, incongruência articular, deformidade progressiva, risco para pele ou tecidos, perda funcional importante ou sintomas persistentes após tratamento adequado.
Este espaço está preparado para receber vídeos, animações ou artigos sobre as técnicas utilizadas, sempre com contexto e sem substituir a avaliação individual.
Ver possibilidades cirúrgicas relacionadas ›Os prazos variam conforme o diagnóstico, o tratamento realizado e a resposta individual. O acompanhamento define quando avançar cada etapa.
Não. A indicação depende de sintomas, função e padrão da deformidade.
Pode progredir, especialmente quando há insuficiência tendínea e ligamentar.
Muitas vezes é uma combinação planejada para corrigir os componentes da deformidade.
Dr. Francisco Honório Júnior
Ortopedista e Traumatologista · Especialista em Dor · Cirurgia do Pé e Tornozelo
CRM/AL 5698 · RQE 3037 · RQE 5839 · Membro da SBOT e da ABTPé
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