Como pode se manifestar
- Dor profunda ao caminhar
- Rigidez e perda de mobilidade
- Inchaço após atividade
- Dificuldade em terrenos irregulares
- Deformidade progressiva
- Dor noturna em fases avançadas
Agende sua avaliaçãoArtrose do tornozelo não significa que todas as opções se resumem a “conviver com a dor” ou operar imediatamente.
A perda de cartilagem pode provocar dor, rigidez, inchaço e deformidade. Muitas vezes surge anos depois de uma fratura ou instabilidade.
Diferentemente de quadril e joelho, a artrose do tornozelo é frequentemente pós-traumática. Fraturas, lesões ligamentares, desalinhamento, doenças inflamatórias e necrose do tálus podem contribuir.
Radiografias com carga mostram espaço articular e eixo. Tomografia ajuda na anatomia óssea e ressonância pode avaliar cartilagem e lesões associadas em casos selecionados.
O tornozelo tem particularidades próprias. Alinhamento, articulações vizinhas, idade funcional e padrão de atividade orientam a estratégia.
Identificar os fatores envolvidos ajuda a definir um tratamento proporcional e reduzir recorrências.
Nenhum exame deve ser interpretado isoladamente. Sintomas, mecanismo, exame físico e imagem precisam contar a mesma história.
Conheça a trajetória profissional →Buscar um médico com atuação dedicada em Pé e Tornozelo não deve significar receber uma indicação cirúrgica automática. O diferencial está em reconhecer o padrão da lesão, identificar instabilidade ou deformidades associadas, comparar alternativas e escolher o momento e a técnica proporcionais ao caso.
Distinguir alterações da imagem que realmente explicam os sintomas.
Avaliar alinhamento, estabilidade, marcha e estruturas associadas.
Comparar benefício esperado, riscos, tratamento conservador e impacto funcional.
Selecionar abordagem aberta, percutânea, artroscópica ou reconstrutiva conforme a anatomia.
A escolha depende do diagnóstico, gravidade, tempo de evolução, tratamentos anteriores, rotina e objetivos do paciente.
As possibilidades listadas não são um protocolo fixo. Uma mesma condição pode exigir técnicas diferentes — ou nenhuma cirurgia — conforme estabilidade, desvio, cartilagem, alinhamento, qualidade óssea, partes moles e objetivos funcionais.
A escolha entre preservação, artrodese e artroplastia depende do padrão da artrose, deformidade, qualidade óssea, mobilidade das articulações vizinhas, demanda e condições clínicas. Não existe uma operação ideal para todos.
A lesão é estável ou sem desvio relevante, o alinhamento está preservado, não existe progressão ameaçadora e há possibilidade segura de reabilitação e acompanhamento.
Há instabilidade, desvio, incongruência articular, deformidade progressiva, risco para pele ou tecidos, perda funcional importante ou sintomas persistentes após tratamento adequado.
Este espaço está preparado para receber vídeos, animações ou artigos sobre as técnicas utilizadas, sempre com contexto e sem substituir a avaliação individual.
Ver possibilidades cirúrgicas relacionadas ›Os prazos variam conforme o diagnóstico, o tratamento realizado e a resposta individual. O acompanhamento define quando avançar cada etapa.
Não. Ela elimina o movimento da articulação tratada; outras articulações participam da marcha.
A indicação é individual e considera demanda, anatomia, alinhamento e qualidade óssea.
Não se deve prometer regeneração. O objetivo pode ser controle de sintomas em casos selecionados.
Dr. Francisco Honório Júnior
Ortopedista e Traumatologista · Especialista em Dor · Cirurgia do Pé e Tornozelo
CRM/AL 5698 · RQE 3037 · RQE 5839 · Membro da SBOT e da ABTPé
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