Maléolo lateral
Fratura da fíbula distal. Pode ser estável ou integrar uma lesão mais ampla; a relação com a sindesmose ajuda a compreender o padrão.
Agende sua avaliaçãoFraturas unimaleolares, bimaleolares e trimaleolares têm padrões de estabilidade diferentes.
O tornozelo pode fraturar na fíbula, tíbia medial e maléolo posterior, com ou sem lesão da sindesmose, do deltoide ou luxação.
Fratura unimaleolar envolve um maléolo; bimaleolar, dois componentes; trimaleolar inclui maléolo lateral, medial e posterior. Há ainda padrões equivalentes, fratura-luxação, Maisonneuve e fraturas abertas.
Radiografias avaliam o padrão e alinhamento. Tomografia é importante em fraturas complexas, especialmente quando há maléolo posterior ou pilão tibial.
O objetivo do tratamento é restaurar o alinhamento da articulação e proteger pele, osso, ligamentos e cartilagem.
A classificação não serve apenas para dar nome à fratura: ela ajuda a estimar estabilidade, comprometimento articular, risco para as partes moles e melhor estratégia de tratamento.
Fratura da fíbula distal. Pode ser estável ou integrar uma lesão mais ampla; a relação com a sindesmose ajuda a compreender o padrão.
Fratura da porção interna da tíbia, frequentemente articular e associada a lesão lateral ou sindesmótica.
Fragmento posterior da tíbia. Tamanho, deslocamento, incisura da fíbula e estabilidade da sindesmose influenciam o tratamento.
Apenas um maléolo está fraturado. Isso não garante estabilidade: o lado oposto pode ter ruptura ligamentar.
Dois maléolos estão fraturados, em geral lateral e medial, produzindo maior risco de instabilidade articular.
Fratura do maléolo lateral associada à ruptura do ligamento deltoide, mesmo sem fratura medial visível.
Envolve maléolos lateral, medial e posterior; requer análise detalhada da superfície articular e da sindesmose.
Além da fratura, o tálus perde o alinhamento com a pinça do tornozelo, podendo ameaçar pele e circulação.
Fratura alta da fíbula associada a lesão da sindesmose e, frequentemente, do lado medial do tornozelo.
Existe comunicação com o meio externo; é uma urgência devido ao risco de contaminação, infecção e dano de partes moles.
Identificar os fatores envolvidos ajuda a definir um tratamento proporcional e reduzir recorrências.
Nenhum exame deve ser interpretado isoladamente. Sintomas, mecanismo, exame físico e imagem precisam contar a mesma história.
Conheça a trajetória profissional →Buscar um médico com atuação dedicada em Pé e Tornozelo não deve significar receber uma indicação cirúrgica automática. O diferencial está em reconhecer o padrão da lesão, identificar instabilidade ou deformidades associadas, comparar alternativas e escolher o momento e a técnica proporcionais ao caso.
Distinguir alterações da imagem que realmente explicam os sintomas.
Avaliar alinhamento, estabilidade, marcha e estruturas associadas.
Comparar benefício esperado, riscos, tratamento conservador e impacto funcional.
Selecionar abordagem aberta, percutânea, artroscópica ou reconstrutiva conforme a anatomia.
A escolha depende do diagnóstico, gravidade, tempo de evolução, tratamentos anteriores, rotina e objetivos do paciente.
As possibilidades listadas não são um protocolo fixo. Uma mesma condição pode exigir técnicas diferentes — ou nenhuma cirurgia — conforme estabilidade, desvio, cartilagem, alinhamento, qualidade óssea, partes moles e objetivos funcionais.
É considerada em fraturas instáveis, desviadas, articulares, expostas ou associadas a luxação. Em alguns casos, o momento da cirurgia depende das condições da pele e do edema.
A lesão é estável ou sem desvio relevante, o alinhamento está preservado, não existe progressão ameaçadora e há possibilidade segura de reabilitação e acompanhamento.
Há instabilidade, desvio, incongruência articular, deformidade progressiva, risco para pele ou tecidos, perda funcional importante ou sintomas persistentes após tratamento adequado.
Este espaço está preparado para receber vídeos, animações ou artigos sobre as técnicas utilizadas, sempre com contexto e sem substituir a avaliação individual.
Ver possibilidades cirúrgicas relacionadas ›Os prazos variam conforme o diagnóstico, o tratamento realizado e a resposta individual. O acompanhamento define quando avançar cada etapa.
Geralmente representa maior complexidade, mas o prognóstico depende do alinhamento, cartilagem, pele e lesões associadas.
Não. Fraturas isoladas estáveis podem ser tratadas sem cirurgia.
Depende da urgência, alinhamento e condições das partes moles.
Dr. Francisco Honório Júnior
Ortopedista e Traumatologista · Especialista em Dor · Cirurgia do Pé e Tornozelo
CRM/AL 5698 · RQE 3037 · RQE 5839 · Membro da SBOT e da ABTPé
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