TENDÃO · RUPTURA E TENDINOPATIA

Cirurgia do tendão de Aquiles

Ruptura aguda, lesão crônica e doença insercional exigem estratégias diferentes.

A cirurgia do Aquiles pode reparar uma ruptura recente, reconstruir uma lesão crônica ou tratar degeneração dolorosa junto ao calcâneo. A decisão considera tempo, extensão, qualidade do tendão e demanda funcional.

IndicaçãoPlanejamentoTécnicasRiscosRecuperação
O QUE A CIRURGIA TRATA

Objetivo anatômico e funcional

A cirurgia do Aquiles pode reparar uma ruptura recente, reconstruir uma lesão crônica ou tratar degeneração dolorosa junto ao calcâneo. A decisão considera tempo, extensão, qualidade do tendão e demanda funcional.

DECISÃO CONSERVADORA OU CIRÚRGICA

Indicar bem é tão importante quanto operar bem

A decisão combina anatomia, sintomas, impacto funcional, risco, resposta aos tratamentos anteriores e objetivos do paciente.

QUANDO O CONSERVADOR GANHA FORÇA
  • Ruptura aguda adequada a protocolo funcional monitorado
  • Tendinopatia com potencial de resposta à reabilitação
  • Sintomas controláveis com ajuste de carga e recursos não cirúrgicos
  • Risco de ferida ou condição clínica desfavorável
QUANDO A CIRURGIA PODE GANHAR FORÇA
  • Perda de continuidade e função com perfil favorável ao reparo
  • Gap, tempo de lesão ou demanda que favoreçam reconstrução
  • Dor insercional persistente após programa conservador consistente
  • Fraqueza e alteração de marcha em ruptura crônica
Buscar expertise em Pé e Tornozelo permite comparar opções, reconhecer lesões associadas e selecionar a técnica proporcional — inclusive concluir que ainda não é o momento de operar.
PLANEJAMENTO PRÉ-OPERATÓRIO

O procedimento começa antes da sala cirúrgica

Uma indicação responsável inclui confirmação diagnóstica, análise das partes moles, condições clínicas, capacidade de reabilitação e discussão de expectativas.

  1. 01Localização e tempo da lesão
  2. 02Ultrassom ou ressonância quando mudam a estratégia
  3. 03Qualidade do tendão e tamanho do defeito
  4. 04Avaliação da pele, vascularização, panturrilha e comorbidades
TÉCNICAS CIRÚRGICAS POSSÍVEIS

A técnica é escolhida para o caso — não o caso para a técnica

As abordagens abaixo representam possibilidades. Uma mesma cirurgia pode combinar técnicas, e nenhuma delas é indicada automaticamente.

Cada card possui um campo de link próprio, preparado para receber vídeo, animação, publicação científica ou página explicativa do Dr. Francisco Honório Júnior, sempre com finalidade educativa.

COMO O PROCEDIMENTO É ORGANIZADO

Etapas que transformam o planejamento em execução

  1. 01Identificação do padrão e proteção das estruturas próximas
  2. 02Reparo ou retirada do tecido degenerado
  3. 03Reforço, reinserção ou transferência quando necessária
  4. 04Imobilização inicial na posição planejada
RISCOS E LIMITAÇÕES

Transparência faz parte da decisão

Toda cirurgia envolve riscos. A frequência e a relevância de cada um variam conforme o procedimento, a gravidade da doença e as condições individuais.

Esta lista não esgota todas as possibilidades. Os riscos pessoais são discutidos na consulta e no consentimento informado. Nenhum resultado pode ser garantido.
RECUPERAÇÃO E ACOMPANHAMENTO

A evolução é orientada por critérios, não por promessas de prazo

Proteção, apoio, mobilidade e reabilitação variam conforme a técnica, a qualidade dos tecidos, a consolidação e a resposta individual.

  1. 01Proteção inicial com o tornozelo posicionado
  2. 02Apoio e mobilidade avançam conforme o reparo
  3. 03Fortalecimento progressivo da panturrilha
  4. 04Retorno ao esporte baseado em força, controle e função
PERGUNTAS FREQUENTES

Informação para decidir com clareza

Toda ruptura precisa operar?

Não. O tratamento funcional pode ser adequado em pacientes selecionados e exige acompanhamento estruturado.

Ruptura antiga ainda pode ser tratada?

Pode, mas frequentemente exige reconstrução mais complexa do que o reparo direto.

Quando volto a correr?

A liberação depende de cicatrização, força, controle e testes funcionais, não apenas do calendário.

CONTEÚDO MÉDICO RESPONSÁVEL

Assinado e revisado

Dr. Francisco Honório Júnior
Ortopedista e Traumatologista · Especialista em Dor · Cirurgia do Pé e Tornozelo
CRM/AL 5698 · RQE 3037 · RQE 5839 · Membro da SBOT e da ABTPé

Última revisão: 8 de setembro de 2026. Conteúdo educativo baseado em referências institucionais e sujeito a atualização.
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